ESTUDOS

O PREÇO DE SER UM DISCÍPULO
LUCAS 14.25-35:
Introdução
Toda decisão em nossa vida há um custo
Tudo na  vida tem um preço , tudo o que formos fazer tem seu preço ,todas as demandas da vida tem um custo, todos nos quando vamos fazer algo  primeiro calculamos se temos condição ou não  ou deveria ser  exemplo  quando vamos viajar calculamos os gastos quando vamos fazer um curso , construir , financiar  carro , casa  etc
Em alguns casos  temos que calcular não só os gastos financeiros mas o tempo se vai vale apena se tem tempo suficiente ,  calcular  se  vale apena  todo esforço  etc
A muitas coisas na vida que quando não calculamos ficamos frustrados, pois  perdemos , tempo dinheiro   por isso a coisas que fazemos na vida que precisa ser calculado
A muitos arrependido por ter iniciado e feitos coisas sem calcular e verificar os custo
Mas nos  não calculamos apenas  aquilo  que traz prejuízos materiais precisamos fazer cálculos  a respeito da nossa  vida espiritual , exemplo temos que calcular  sobre nossas decisões espirituais  quais custos benefícios as decisões que tomamos  hoje pode refletir no futuro
Ilustração   ceu x inferno   os que  crer que o inferno não existe vai descobrir quando la estará foi um calculo errado em vida  eu sei onde vc estará e também saberei
Nossas decisões  espirituais   reflete todo o nosso futuro as nossas decisões a tudo que envolve nossa vida hoje  reflete no futuro tantos as perdas quanto ao ganho  reflete papaeis fundamentais em nossa vida
Quando calculamos mal  a consequências mas  em relação ao nosso futuro  este  texto que lemos  nos traz  um custo que não é material  a respeito de  coisas  que você poderia compar  construir e  etc mas  trata de um custo  o universo al qual chamamos espiritual
Primeira coisa
O que é custo? Quando falamos sobre “custo”, pressupomos que se trata de uma reflexão de uma decisão que precisamos tomar na vida. Nós precisamos refletir sobre nossas decisões espirituais, pois elas terão consequências futuras. Assim, o custo não diz respeito só a coisas materiais, mas também com relação com Deus
Segundo o que é discipulado
O que é discipulado? Podemos falar de dois sentidos: (1) o ato de seguir Jesus e (2) o ato de ajudar outros a seguirem Jesus. Porém, pessoas que não seguem Jesus não podem ajudar outros a seguirem a Jesus. Há custo tanto para seguir a Jesus quanto para ajudar outros a seguirem a Jesus.
o ato de seguir Jesus  tem um custo precisamos esta preparado para pagar   este preço
não temos  como escapa  deste custo  não temos como não paga esta conta  se você quer verdadeiramente seguir  a jesus ?
O ato de seguir a jesus  pressupõe  uma decisão  e toda decisão há um custo
E qual e este preço de seguirmos a Jesus ?
Observamos
26,27,33 não pode ser meu discípulos , mas quem não pode ser discípulos  se alguns não pode ser discípulos de Jesus  e porque tem algumas condições  para ser discípulos  e estas condições  envolve decisão e decisão envolve custo observamos o texto
Jesus dá esse discurso a “grandes multidões que o acompanhavam” (v. 25). O relato de Lucas muda o foco do confronto de Cristo com os líderes religioso para as multidões que queriam viver um cristianismo anônimo, genérico, sem preço a pagar. Era uma multidão, uma massa de pessoas sem nome e identidade – os “isentões”. Eles seguiam a Jesus “sem compromisso”. A multidão é algo atrativo para o descompromissado, pois não é necessário prestar contas. Ele pode interagir sem se engajar, como pessoas que só querem ir ao culto, sem serem notada s.apenas ter uma igreja  para frequentar sem compromisso com o evangelho sem  pagar o preço de seguir Jesus
Seguir a JESUS não é so  acompanha  uma multidão  sem compromisso se saber  para onde esta indo , o que esta fazendo , querei atrás  de Cristo sem pagar  um preço  apenas   caminha   sem rumo .
Jesus  esta preocupado com a multidão e fala com  ela v 25
Hoje a dezenas  de pessoas  apenas em uma multidão tentando e querendo seguir Jesus  sem levar em conta o preço do discipulados , pessoas que não se parece com Cristo  não se importa  com os ensinamento de cristo, querem viver do m seu jeito  fazer as coisas como as convem  ignorando totalmente  o que realmente envolve seguir a jesus .
Muitos hoje querem serem cristões anônimos,  simplesmente  querer uma igreja confortada para  ir ouvir  uma mensagem e terem uma semana confortada , sem ter que da satisfação, a ninguém fazer o que quiser sem se preocupar  com nada irem a igreja apenas quando sentir vontade ,
Devemos estar dispostos a pagar o preço para servir ao Senhor, isso não significa que será fácil,.
Você está disposto a pagar o preço para seguir a Cristo
Abra mão do conforto

Amado, saiba que Jesus não quer o seu conforto. O seu conforto é suicídio, é sua tentativa de seguir a Cristo nos seus termos e não nos dele. Pois você quer seguir a Jesus nos seus termos e não nos termos de Jesus  vou seguir a Jesus do meu jeito
Se você for de cristo pode ter certeza que Cristo não deixara em você cometer este erro ele  fara de você  um discípulo . Jesus  diz  Vem a mim
A essa multidão, Jesus fala sobre o que significava segui-lo de verdade e não somente acompanhar a multidão sem se posicionar. Todas as indicações que Jesus dá neste discurso de “quem não pode ser meu discípulo” vem com condições. Jesus coloca três condições que essa multidão precisa ouvir:
1) Os termos do discipulado
Discipulado não é Jesus se encaixar na sua vida e nos seus planos, mas você se encaixar na vida, nos planos e nas exigências de Jesus. Não chamamos JESUS para ele  encaixar em nossa vida  mas  com nosso planos   com  nossa agenda pronta. Com nossas condições você  fez suas escolhas  onde iria morar  você escolheu  com ia  se casa  você escolher  tudo e tudo  sem considerar   o evangelho . seguir a JESUS não pode ser baseado no nosso termo , não temos de ver  em nossa agenda se há espaço para seguir a jesus  mas nossa agenda deve esta   focada  em seguir a jesus
Em geral quando estabelecemos nosso próprios termos nos redefinimos  o que achamos  e sabotamos  as coisas para nosso bem ex  as sociedade redefiniu o que é casamento nos seus termos  ignorando o que JESUS ensinou
Para sermos  discípulos precisamos entender algumas demandas
A primeira demanda – a demanda do amor: V 26
 Hoje  quantos tem redefinido o que é amor  Jesus diz que quem não o ama mais que sua família não pode ser seu discípulo. O discipulado exige que amemos Jesus mais que um entre outros homens, mas como Deus. O discipulado significa dizer que Jesus tem a primazia.
Jesus diz que  o amor a JESUS  deve estar  acima de qualquer outro valor
Exemplo   nosso comprometimentos com Jesus deve ser maior que qualquer outro valor  inclusive com a família , quantas pessoas  foram perseguida por seus familiares  ate meso martirizada por segui a cristo,
Jesus não e contra a família  e nem nos pede que a abandonamos o que ele  ensina e de que a Valores mais importe nesta vida do que agradar e o amor nem sempre e ceder  mas amar e ficar com a verdade  a justiça 
Devemos amar a JESUS   e amar a jesus  como Deus e  dar a primazia a Jesus  e saber  que Ele  nos salvou e deu a vida eterna  e seus ensinos  e lições de vida e primazia em  nosso meio .
Não podemos admitir nenhuma fonte de  remição a não ser Jesus  ele é que nos redimiu de nossos pecados  nossa preocupação   deve ser a penas a de fazer o que Jesus nos pede
A demanda de seguir a jesus exige que o amamos como aquele que tem a aprimazia em tudo . nosso referencial deve ser Jesus
A segunda demanda – a demanda do sofrimento 27
 Jesus exige certo tipo de sofrimento: tomar sua cruz e seguir. Esse sofrimento vem por causa do nosso amor primordial por Cristo, pela reação do mundo contra isso.
Primeiro, “negar-se a si mesmo” significa viver uma vida  de auto-negação, em que a vida de Cristo é vivida em e através de nós.  A vida de Cristo foi uma vida entregue para outros (Mc 10.45, Lc 19.10).  Quando abrimos mão dos nossos “direitos”, privilégios, tempo, bens e lazer para servir a Deus, sem chamar atenção a nós mesmos, estamos vivendo a vida de Cristo.  “Negar-se a si mesmo” é isso. 
Segundo, "carregar a cruz" significa , em primeiro lugar, identificar-se com Cristo e seu sofrimento por nós na cruz (Rm 1.16).  A cruz foi um instrumento de morte violenta e VERGONHOSA.  Jesus morreu INOCENTE, mas exposto, nu, pendurado entre céu e terra, carregando nossa sujeira sobre si mesmo.  Quando somos mal-tratados por Cristo, “envergonhados” porque usamos com coragem o nome dele, estamos carregando a cruz.   
Também tomamos a cruz de  Cristo quando suportamos, por amor, a vergonha e as conseqüências do pecado de outras pessoas.   Não podemos acrescentar nada à obra final de Cristo.  Suportamos o pecado de outros, não no sentido de SUBSTITUIÇÃO (como Jesus fez por nós) mas no sentido de CONSOLAÇÃO e MINISTÉRIO.  Ou seja, carregando os fardos de outros, fruto do pecado individual ou fruto do pecado “corporativo” como membros sofridos da raça humana que jaz no Maligno e por isso geme (Rm 8.19-27). Ministramos para essas pessoas para que conheçam o Deus de toda consolação(2 Co 1.4), e sejam cada vez mais parecidos com Cristo (2 Co 3.18).  Essa é a natureza do ministério verdadeiro. 
Carregar a cruz não significa, como alguns “humoristas” às vezes sugerem,  suportar a sogra!  Não significa agüentar um emprego ruim, um patrão chato, ou uma situação financeira desesperadora.  Significa decidir amar ao irmão e pagar um preço para que ele conheça a Deus melhor.  Foi EXATAMENTE isso que Jesus fez!

Do contrário, vai ser como o rei que saiu para uma guerra e não mediu a força do inimigo. Vai ter que se entregar e negociar a paz. Ou como o outro que começou a construir uma torre e não calculou o quanto iria gastar e não deu conta de continuar. Todo mundo vai debochar dele. É preciso calcular. Do mesmo modo deve agir quem quer seguir Jesus: ver aonde Jesus vai e assumir para valer. Nos tempos atuais sentimos dificuldades de cortar aquilo que impede o seguimento de Jesus, por isso a fé se torna mesquinha e raquítica. Não posso seguir Jesus somente até certo ponto. Não funciona. Não pode ser meu discípulo diz Jesus.

A terceira demanda – a demanda do desapego: v 33
Jesus exige desapego, tendo Jesus como o tesouro de maior valor que temos.
 O desapego é fundamental no seguimento. Se o discípulo não for desapegado não será livre, e não conseguirá caminhar, dar passos no caminho do Reino. O desapego o tornará livre, dos laços familiares, e de si mesmo para poder doar-se inteiramente a Deus. O discípulo sábio é aquele que soube escolher Jesus acima de todas as coisas. Escolha que é adesão, isto não intelectualmente, mas de coração, com amor. É uma escolha existencial, que envolve todo o ser, e a vida da pessoa. É um ato fundamentado na mais pura fé,
Jesus aqui resume as características que Ele quer para um discípulo. O discípulo tem que amar a Deus acima de tudo, pois Deus não pode ser colocado em segundo plano, a Bíblia chega até a dizer que Deus tem ciúmes por nós. Ou pensais que em vão diz a escritura: O Espírito que ele fez habitar em nós anseia por nós até o ciúme? Tiago 4:5.
Cristo requer isto do discípulo, prioridade, Deus tem que estar acima de tudo em sua vida, mais do que a família, como no caso de Abraão, mais do que todas as coisa, como no casso de Paulo.Sim, na verdade, tenho também como perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo. Filipenses 3:8



Hoje precisamos pregar o evangelho e mostrar o que envolve segui a cristão não disfarçarmos o evangelho como muitos  Jesus nos falou do sal, o sal quando misturado com agua  e depois  seco novamente perde seu sabor quando a igreja  misturar com o mundo perde o sabor do evangelho  devemos por em pratica o verdadeiro evangelho com suas  verdades e demandas ,
Seguir a Jesus é submeter-se ao seu senhoria, aceitando o sofrimento que recebemos por causa do evangelho como dádiva, entendendo que Cristo é o único vínculo que precisamos para sermos quem nós realmente somos.
Segui a cristo envolve
 -Sofre a oposição da família e/ou amigos
- É reprovado pelo mundo e rechaçado pela sociedade
- Está disposto a abrir mão dos confortos desta vida
- Vive em completa dependência de Deus Pai
- Caminha em obediência à direção do Espírito Santo
- Proclama uma mensagem que não é nem um pouco bem aceita
- Está disposto a encarar uma senda solitária e ser abandonado
- Recebe constantes ataques dos líderes religiosos como Jesus sofreu
- Sofre por amor da justiça
- Passa por privações, provações e vergonha
- Dedica a sua própria vida para bem estar de seu próximo
- Considera-se morto para si mesmo e para o mundo
- Apropria-se da nova vida que tem em Cristo
- Tem certeza da razão de sua existência e de seu destino eterno

Devemos estar dispostos a pagar o preço para servir ao Senhor, isso não significa que será fácil, entretanto é extremamente recompensador.
Cuidado se você  não esta disposto a  paga o preço para ser um discípulos , analise se realmente você foi chamado por cristo  se realmente você é um discípulo 



O QUE FAZER NO MOMENTO DO DESÂNIMO?
TEXTO  Ageu 2. 1-9


INTRODUÇÂO
Ageu, contemporâneo de Esdras, foi um dos profetas que atuou após o exílio babilônico. Cerca de  42 mil pessoas retornaram da Babilônia. Uma das obrigações das 42 mil pessoas que retornaram era reconstruir o templo que havia sido destruído durante a invasão dos babilônicos.


Até começaram, mas foram tomadas de desânimo por causa da desolação do antigo templo. Havia a necessidade de retirar os escombros, de limpar o local, de verificar quais paredes do antigo templo poderiam ser reaproveitadas, providenciar material para a obra. Tudo isso, sem auxílio de máquinas. O resultado – desanimaram. 
Há provérbio chinês que diz: O passado é história, o futuro é mistério, e hoje é uma dádiva. Por isso é chamado de presente!
Por isso, eles não deveriam temer. Deveriam sim, trabalhar intensamente, apesar do desânimo e apesar das circunstâncias. A presença do Senhor era a garantida da provisão para concluir a obra. 
No AT, o templo era o lugar onde glória de Deus se manifestava (II Cr 7.1).
No NT a manifestação da glória de Deus não ocorre em templo, mas em Jesus. Em João 1.14 nós lemos: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”. 
O Caminho da Cura para o Desânimo
“Ora, pois, sê forte, Zorobabel, diz o SENHOR, e sê forte, Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, e tu, todo o povo da terra, sê forte, diz o SENHOR, e trabalhai, porque eu sou convosco, diz o SENHOR dos Exércitos”.
“Ora, pois, sê forte, Zorobabel, diz o SENHOR, e sê forte, Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, e tu, todo o povo da terra, sê forte, diz o SENHOR, e trabalhai, porque eu sou convosco, diz o SENHOR dos Exércitos”.


Por isso, ao invés de reconstruir o templo, o povo passou a se dedicar aos seus interesses pessoais como plantar, colher e construir suas casas. O povo foi advertido por isso com secas, más colheitas e ordenado para retomar a reconstrução. O povo, então atendeu à ordem de Deus (Ag 1.1-11). 

Um mês e meio após o reinício da construção, Deus volta a falar. A causa desta nova mensagem era porque as pessoas que trabalhavam na reconstrução do templo estavam chocadas, tristes e desanimadas. Mas qual era o motivo desse conjunto de sentimentos? Primeiro como já foi dito, era a dificuldade da obra. Segundo, porque o templo que seria reerguido não se comparava à glória do antigo templo erguido por Salomão. 

Infelizmente, essa triste história não costuma andar tão longe da igreja atual como desejaríamos. Em primeiro lugar, é possível notar o desânimo tomando conta de crentes que antes eram dedicados, fervorosos e tremendamente interessados pela Palavra de Deus e pela causa do mestre. Contudo, com o passar do tempo, as dificuldades da vida cotidiana, desânimo transmitido por pessoas de dentro e de fora do corpo de Cristo, intrigas entre irmãos e perseguição do mundo acabam por abalar a firmeza da fé e da comunhão com Deus, esfriando o amor pelo Salvador e por sua igreja. Ao mesmo tempo que isso ocorre, o amor pelo mundo cresce e traz um grande perigo de afastamento e rebeldia, conforme testemunhou o apóstolo Paulo na vida de um servo que fora dedicado e ativo: “Porque Demas, tendo amado o presente século, me abandonou e se foi para Tessalônica” (2Tm 4.10a). 

Nessa mensagem, podemos tirar  instruções do Senhor para momentos de desânimo.

1. O presente não é como o passado (v.3)

Conforme mostra o v. 2, é uma mensagem dirigida a Zorobabel, o governador, a Josué, o sumo sacerdote, mas também a todo povo. Todos estavam imbuídos da reconstrução do templo. Porém todos estavam desanimados. Naquele contexto, os mais velhos se lembravam do templo anterior. Possivelmente, devem ter falado para os mais jovens do seu esplendor. Aquela desilusão os levou ao pessimismo quanto ao presente e quanto ao futuro. Eles não tinham recursos para pagar profissionais como fez Salomão. O novo templo não seria como o primeiro. O templo era construído em pedra lavrada, as paredes e os tetos de seu interior eram forrados de cedro e incrustados de ouro. O chão e as portas dobráveis eram feitas de abeto, os portais eram de madeira de oliveira. Todo o interior era ornamentado com figuras entalhadas que representavam querubins, palmeiras, flores e botões, tudo também recoberto de ouro
A decoração do templo de Salomão estava a cargo de arquitetos, ourives e escultores enviados de Tiro, Fenícia, pelo rei Hirão aliado de Salomão

As perguntas do v. 3 de Deus são retóricas. Por trás de todos os questionamentos há uma afirmação: O presente não é como o passado. Se assim não fosse, ele não seria chamado de presente e sim de passado. 

A princípio, isso pode parecer desestimulante, mas o objetivo de Deus é deixar claro que as pessoas não poderiam estar aprisionadas pelo saudosismo. Deus objetiva leva-los a olhar para o presente e conduzi-los à conclusão do trabalho que tinham pra fazer. Ainda que os resultados não correspondessem às suas expectativas. 
A ordem era para reconstruir o templo e não deixa-lo como nos tempos de Salomão. Deus queria com isso, resgatar o culto, e não a suntuosidade do antigo templo.  

É verdade que nosso passado nos ensina como devemos nos comportar no presente. Porém, uma coisa é aprender com o passado e outra, é querermos que nosso presente seja como o nosso passado. 
Devemos nos concentrar no presente, e servirmos a Deus e ao próximo com aquilo que temos em mãos hoje. Devemos desfrutar daquilo que temos hoje e não remoermos com aquilo que tínhamos no passado. Devemos regozijar no dia de hoje, pois ele existe por causa da bondade de Deus. Por isso o salmista declara:Este é o dia que o SENHOR fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. (Sl 118.24).
                                       


2. Trabalhe apesar do desânimo (vv. 4-5).

Com estas palavras, Deus, se dirige a todas as classes, governador, sacerdote e todo o povo animando-os para a continuidade do trabalho. Para todas as classes Deus diz: “Sê forte” no v. 4. No v. 5 Deus exibe os motivos pelos quais o povo deveria ter suas forças recobradas. 

Primeiro, o Senhor relembra-os sobre a aliança feita com o povo quando este ainda estava no Egito. Esta aliança dentre outros elementos, era caracterizada pela presença de Deus no meio de seu povo. 
Este princípio aponta para o segundo motivo pelo qual o povo deveria ter suas forças recobradas, isto é o meu Espírito habita no meio de vós. Portanto, a aliança feita por Deus e o seu Espírito comunicavam a ideia de presença no meio deles.
Hoje, isso não é diferente, pois da mesma forma, Deus fez uma aliança conosco por meio de Cristo. Todos aqueles que creem em seu nome e o confessam como Senhor são habitação do Espírito Santo. Logo, a presença de Deus em nós por meio da aliança feita em Cristo e por meio de seu Espírito representa a garantia de que seremos supridos no nosso trabalho. 

O trabalho, à semelhança daquela época, será sempre árduo, espinhoso e muitas lágrimas brotarão dos olhos dos que se dispõem para trabalhar. As dificuldades poderão nos levar a querer interromper a missão. Mas o que deve ser lembrado são duas coisas: A primeira é que a garantia do êxito não reside no servo, mas na presença de Deus nele por meio de Cristo e do Espírito Santo. 

Segundo, exatamente porque o êxito está na provisão do Senhor, o trabalho confiado a nós deve ser executado apesar das aflições. “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão.” (1 Co 15.58).
Diante dos desafios do dia-a-dia, muitas vezes pensamos em desistir !!! Pensamos em abandonar o que estamos fazendo, porque o resultado está demorando demais, porque o tempo da colheita parece que nunca vai chegar !!! Mas sejamos firmes e constantes, porque todo trabalho que fazemos e apresentamos ao Senhor, não é em vão. Vamos nos ocupar com a semeadura, cuidando para que seja em abundância, e certamente logo chegará o período da colheita !!!
e alguma coisa está atrapalhando seu desempenho dedicado na obra do Senhor, tal como seu trabalho, seus afazeres diário, amigos, televisão, Internet, etc, desperte enquanto é tempo. Não descanse e nem se sinta satisfeito enquanto não acontecer a total libertação das coisas que estão embaraçando o seu caminhar com Deus.
3. Creia ainda que não tenha motivações visíveis (v.9)

Este versículo é o clímax deste texto. Os versículos anteriores falam que o Senhor abalaria a criação, as nações (vv. 6,7). No v. 8, o Senhor, ao relembrá-los de que Ele era o dono do ouro e da prata, queria dizer que poderia conceder estes metais para a reconstrução do novo templo. Contudo, o abalo da natureza, das nações o valor do ouro e da prata apontavam para glória do segundo templo. Glória esta, que seria infinitamente maior que a glória do templo de Salomão. 
Mas a pergunta que poderia surgir é: Como um templo sem a suntuosidade do antigo poderia ser mais glorioso? Certamente, Deus não falava de templo construído por mãos, mas se referia a Jesus. Algo que já havia sido dito Ez 41.1-12.
O v. 9 também menciona que no templo, Deus dará paz. Isso também se aplica a Cristo, uma vez que por meio Dele o pecador pode tem comunhão com Deus livrando-se de sua condenação. Por isso Paulo declara: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.” (Rm 5.1). 
Os olhos daqueles sacerdotes não podiam contemplar glória alguma, mas deveriam crer naquilo que o seus olhos não podiam contemplar, porém era anunciado pelo Senhor.
De igual modo, este é o procedimento exigido por Deus em relação nós. Somos exortados a crer nas promessas de Deus ainda que as circunstâncias sejam desfavoráveis. Crer sem ver é o melhor define a fé. Por isso a Bíblia diz: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hb 11.1).

A glória do segundo templo não dizia respeito ao seu tamanho nem ao esplendor do material usado na sua construção – até porque, em comparação com o primeiro templo, o segundo foi capaz de despertar o choro dos anciãos que viram o que fora construído por Salomão. A glória da segunda casa estava ligada à vinda do Messias, de Jesus Cristo, o verdadeiro templo de Deus, o Emanuel, o Deus conosco.

Usar a passagem de Ageu 2.9 para recomendar um enorme espaço cúltico, com capacidade para abrigar milhares de pessoas é cometer duplo erro. Em primeiro lugar, comete-se o erro de torcer o sentido da passagem de acordo com o contexto do livro do profeta Ageu. A segunda casa cuja glória seria maior era pequena e destituída de ornamentos em comparação com a primeira. Mas muitos usam a passagem para falar de uma segunda casa maior que a que usavam até então. Em segundo lugar, comete-se o erro de desconsiderar Jesus Cristo, de se apegar às sombras do Antigo Testamento em detrimento daquele que dá sentido a todo ajuntamento solene e que enche de glória todo e qualquer lugar onde o povo de Deus está reunido para adorá-lo em espírito e em verdade.

Refletimos

·        Hoje em dia, também é muito fácil ficar envolvido na luta pela existência, a ponto de nos esquecermos de qual precisa de ser a nossa primeira prioridade, que é, naturalmente, fazer sempre a vontade do Senhor. Esquecemos  o motivo e o proposito porque fomos salvos , deixado as coisas de Deus para traz e se preocupado apenas com as nossas
·        Deixado as coisas de Deus para traz e se preocupado apenas com as nossas
·        Comparação sempre traz desanimo para nossas vidas
·          Ainda que os termos do nosso relacionamento com Deus tenham algumas diferenças entre os da aliança mosaica feita com Israel, é possível notar as consequências que muitos crentes sofrem por conta do abandono e do descaso para com o Senhor (Hb 10.25) na forma da disciplina como de um pai para o filho (Hb 12.7,8). Apesar do lado positivo da correção paternal (Hb 12.6), o escritor bíblico é claro ao dizer que ela, assim como a repreensão de um pai, ainda que produza um resultado positivo (Hb 12.11b), também produz dor e tristeza: “Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza” (Hb 12.11a).

Conclusão
O desânimo é um grande inimigo. E a Bíblia nos ajuda a enfrentá-lo. Segundo o que aprendemos, no desânimo devemos entender que o presente não é como o passado. Além disso, necessitamos trabalhar apesar do desânimo e finalmente, precisamos crer ainda que não tenha motivações visíveis. Que o Senhor nos dê sua graça para observarmos tais princípios.
Enfim, o risco e as consequências do desânimo e do apego ao mundo devem nos fazer avaliar nossos caminhos e nos levar ao arrependimento de toda rebeldia e desvio dos caminhos de Deus. Além disso, devem nos levar ao temor de Deus — algo de que a igreja moderna parece ter se esquecido — e ao amor crescente por nosso salvador e pelo povo que, por sua graça, ele tem unido em um só corpo.

I – A Presença de Deus: Primeiro Passo para Curar o nosso Desânimo (v.4) 
II – A Promessa de Deus: Segundo Passo para Curar o nosso Desânimo (v.4) 

III – A Habitação do Espírito de Deus: Terceiro Passo para Curar o nosso Desânimo (v.5) “… segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o meu Espírito habita no meio de vós; não temais”.

Cânticos do natal

Lucas 1 e 2

-Introdução: 
Já notou que nesta época do ano cânticos e músicas natalinas estão por toda parte? Aonde formos, ouviremos aquelas melodias alegres e gostosas. Certo ou errado, fato é que em dezembro todos começam a cantar.
O louvor como expressão espontânea era algo comum nos tempos bíblicos. Sempre que alguém recebia uma graça de Deus, expressão sua gratidão salmodiando palavras de louvor ao Senhor.
Desde o primeiro Natal, a alegria pela chegada do Salvador foi traduzida em cânticos e em músicas. Por quê? Após mais de quatrocentos anos de silêncio (período interbíblico: tempo entre o fim do Antigo e o início do Novo Testamento), Deus voltou a falar com o seu povo. A última voz profética havia sido a de Malaquias, anunciando a chegada de alguém ( João Batista) que prepararia o caminho para o Messias prometido de Israel (Ml 4.5-6). E agora, com o cumprimento da mensagem de João Batista (Mt 3.1-3), o povo de Deus voltava a celebrar a visitação do Senhor.
Quando Jesus nasceu “apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus” (Lucas 2.13). Então o nascimento de Jesus foi motivo de louvor no céu e na terra.
Lucas, o historiador inspirado por Deus (Lc 1.1-4), deixou registrado para a Igreja de Cristo os cinco primeiros cânticos do Natal. Eles, além de nos ensinarem como cantar, informam-nos sobre o conteúdo da fé dos cantores e a alegria de seus corações, encantados pelo nascimento de Jesus.
Os cinco cânticos do Natal no Evangelho de Lucas são os seguintes: Os nomes dos cânticos foram retirados da primeira palavra ou das primeiras palavras do cântico correspondente na tradução da Vulgata Latina.
 1. Isabel diz: “Beatitude”: Bem-aventurada, bendita, feliz. (Lc 1.42)
 2. Maria diz: “Magnificat”: Magnifica, engrandece, exalta. a (Lc 1.46-55)
 3. Zacarias diz: “Benedictus”: Bendito, louvado. (Lc 1.68-79)
4. Anjos dizem: “Gloria in excelsis Deo”: Glória a Deus nas alturas. (Lc 2.14)
5. Simeão diz: “Nunc Dimits”: Agora despeça [em paz o teu servo]. (Lc 2.29-32)

I o O primeiro cântico de Natal da história não foi entoado por Maria nem pelos anjos, mas por Isabel, “parenta” (Lc 1.42)
O valor da comunhão O contexto em que esse cântico foi entoado nos revela, antes de tudo, o valor da comunhão. Duas ações em especial são produzidas pela comunhão entre Maria e Isabel: encorajamento e estímulo. O encorajamento de Isabel Ao ouvir que ficaria grávida, Maria, por um instante, hesitou. O anjo, então, lhe assegurou que a gravidez seria obra do Espírito Santo e que um dos sinais dessa verdade era que a sua parenta, Isabel, avançada em idade, também daria à luz um filho, estando aquela já no sexto mês de gestação Maria contaria entre 14 e 16 anos no máximo, aguardando o tempo de seu casamento com José. Estranho para nós, mas esse era o costume da época. Isabel, por sua vez, estaria com idade suficiente para ser avó de Maria. Logo, dois milagres seriam necessários: Maria engravidar-se pelo poder do Espírito Santo (Lc 1.35-37) e Isabel, que era estéril, engravidar-se de Zacarias, estando ambos em idade tão avançada, impossibilitados de gerarem filhos Maria, no entanto, em vez de se entregar à incredulidade e de se deixar abater pelo medo, partiu em busca de encorajamento:. Isabel, que ainda não tinha ouvido falar de gravidez da parte de Maria, por revelação do Espírito Santo, saúda-a de volta com um cântico e com uma profecia encorajadora: Lc 1.42-43  O estímulo de Maria Além de encorajar Maria, aquela comunhão fortalecedora serviu para estimular Isabel em tão avançada idade: Lc 1.41-42 | 41 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o bebê agitou-se em seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. A comunhão fortalecedora tem o poder de nos encher do Espírito, quando falamos entre nós com salmos, hinos e cânticos espirituais (Ef 5.19). Devemos sim ter nosso tempo a sós com Deus, em casa e nos cultos coletivos, mas a comunhão fortalecedora jamais poderá ser omitida. Que neste Natal o “Cântico de Isabel” nos ensine a dar valor à comunhão, pois ela, pelo Espírito, fortalece, encoraja e estimula os corações.Além da comunhão fortalecedora e estimulante, o “Cântico de Isabel” nos revela a virtude do coração do adorador. Isabel canta com toda a força de seus pulmões. Ela Em alta voz exclamou: “Bendita é você entre as mulheres, e bendito é o filho que você dará à luz! 43 Mas por que sou tão agraciada, ao ponto de me visitar a mãe do meu Senhor? 44 Logo que a sua saudação chegou aos meus ouvidos, o bebê que está em meu ventre agitou-se de alegria. 45 Feliz é aquela que creu que se cumprirá aquilo que o Senhor lhe disse!” De onde vinha tanta força para ela cantar? Qual era a fonte para tanta veemência? Jesus Cristo! o reconhecimento de que Jesus era o salvador. e, o reconhecimento de que Maria havia entregado totalmente a sua vida àquela causa nobre (por isso ela era bendita entre as mulheres). Maria não era divina. Ela não havia gerado Deus. Ela era simplesmente a portadora de boas novas de grande alegria. Ser portadora de Cristo fazia dela uma bênção. Quando Cristo se torna o centro de nossas vidas nós cantamos com veemência - louvando a Deus pela salvação.
• O valor da comunhão - que encoraja e estimula. • A virtude do coração - que nos faz
 2. Maria diz: “Magnificat”: Magnifica, engrandece, exalta. a (Lc 1.46-55)

Quando Maria discerne o cumprimento das promessas de Deus, quando ela identifica o mover do Senhor na vida dela, através dela e naqueles que estão ao redor dela, todo o seu conteúdo intelectual trabalha fazendo mover alma e espírito, ou seja: o seu coração e maria louva e adora ao Senhor

Maria nos ensina o motivo da adoração. Pode-se ver no cântico três motivos principais para a adoração.
 .1. A graça salvadora Lc 1.46-49 | 46 Então disse Maria: “Minha alma engrandece ao Senhor 47 e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48 pois atentou para a humildade da sua serva. De agora em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49 pois o Poderoso fez grandes coisas em meu favor; santo é o seu nome.
.2. A justiça divina Lc 1.50-53 | 50 A sua misericórdia estende-se aos que o temem, de geração em geração. 51 Ele realizou poderosos feitos com seu braço; dispersou os que são soberbos no mais íntimo do coração. 52 Derrubou governantes dos seus tronos, mas exaltou os humildes. 53 Encheu de coisas boas os famintos, mas despediu de mãos vazias os ricos
A providência soberana Lc 1.54-55 | 54 Ajudou a seu servo Israel, lembrando-se da sua misericórdia 55 para com Abraão e seus descendentes para sempre, como dissera aos nossos antepassados”. Nossa adoração deve ser pelo que Deus é e pelo que ele faz. 4. O objeto da adoração Maria revela que o objeto da sua adoração não era outro senão o Senhor e Salvador Jesus Cristo. Lc 1.46-47 | 46 Então disse Maria: “Minha alma engrandece ao Senhor 47 e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, (…) A adoração deve ter como objeto o Deus Trino: o Pai amoroso, o Filho gracioso e o Espírito consolador. A alegria dos homens deve ser Jesus soberano Senhor e amoroso Salvador.

Agora, no cântico Magnificat, de Maria, nós vimos que alegria plena é para aqueles que, tendo recebido o Salvador, vivem para magnificar, engrandecer, adorar, em espírito e em verdade, ao Deus de toda graça. Neste Natal, receba Jesus no seu coração e cante como Maria. Experimente a alegria de louvar a Deus. Não há sentimento igual.

3. Zacarias diz: “Benedictus”: Bendito, louvado. (Lc 1.68-79)

Esse cântico resulta de um coração crente em Deus, e confiante em Sua providência. Zacarias reconhece João como “graça de Jeová”, como o nome de seu filho significa. E esse menino há de ser o precursor do Filho de Deus. Vai abrir-Lhe caminhos.


Pensando por cerca de nove meses, tempo em que ficou mudo, o velho sacerdote Zacarias elaborou este cântico de louvor a Deus quando apresentou seu bebê de nome João para ser circuncidado, segundo a lei de Moisés.

Zacarias louva e bendiz ao Senhor Deus de Israel, povo ao qual se revelou no Antigo Testamento e cumpriu as promessas que fez Por que o Senhor Deus é bendito?
1º) Porque Deus age para com o seu povo com amor (v. 68): Deus visitou (veio até nós na pessoa de Jesus Cristo) e remiu, salvou este povo (através da morte de Jesus
2º) Porque Deus faz surgir uma poderosa salvação (v. 69-70): chegou a hora de Deus salvar o seu povo, levantando um salvador para nós. Esta pessoa tinha de ser um descendente do rei Davi pois isto estava prometido no Antigo Testamento. Jesus Cristo é o salvador que Deus enviou e seu evangelho (boas-notícias)
3º) Porque Deus livra-nos dos nossos inimigos (v. 71): nossa trajetória, como povo de Deus, neste mundo não é fácil. Há inimigos que querem nos destruir. Estes são os demônios que estão ativos contra nós e os homens maus que desejam matar nossa fé. Mas Deus, em Cristo, nos liberta de nossos inimigos. O v. 74 diz que “libertados da mão de nossos inimigos” podemos servir a Deus
4º) Porque Deus cumpre sua aliança (v. 72-73): ao ser salvador hoje, Deus está cumprindo a aliança que fez com seu povo no Antigo Testamento. Porque Deus é pleno de fidelidade, tudo que ele jurou, agora cumpre.
Zacarias canta o propósito salvador, celebra o cumprimento de promessas divinas, salienta o poder divino, que transforma e habilita, e festeja o impacto incomparável do advento do Messias de que João, seu filho, há de ser o precursor.

4. Anjos dizem: “Gloria in excelsis Deo”: Glória a Deus nas alturas. (Lc 2.14)

Na canção que os anjos entoaram está presente a verdade de que a salvação ministrada por Cristo deu glória a Deus. Estes mesmos anjos que estão aqui cantando “glória a Deus nas alturas” estiveram presentes em muitas outras importantes e gloriosas ocasiões. Eles estavam presentes na criação quando “as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam” (Jó 38:7) Eles louvaram ao Senhor quando viram a formação do grandioso universo pelas mãos de Jeová. O canto deles esteve presente durante o transcurso das eras: “Louvor, e glória, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, para todo o sempre.” (Ap. 7:12)
Contudo, desta vez aqui, narrada por Lucas, ao ver o seu Deus descer do trono e tornar-se um bebê, eles cantaram como nunca “Glória a Deus nas alturas”. Embora os anjos cantassem antes e quando o mundo se formou, desta vez, seus aleluias foram mais vibrantes, mas cheios de entusiasmo, mais potentes, mais magníficos. Não existe nenhum mortal capaz de imaginar a magnificência daquele canto!
O que é que tudo isto nos mostra? A salvação (encarnada no menino Jesus) é a maior glória de Deus. Nosso Deus é glorificado por cada gota de orvalho que brilha ao primeiro raio de sol, em cada flor que floresce Cada canto deste universo glorifica ao Criador
1 Na canção que os anjos entoaram está presente a verdade de que: a salvação ministrada por Cristo trouxe paz ao coração do homem. “Glória a Deus nas alturas” era um velho hino que os anjos cantavam desde antes da fundação do mundo. Contudo, desta vez eles cantaram como se este fosse um novo cântico diante do trono de Deus. Tanto que acrescentaram a parte que diz: “Paz na terra”. Desde que o querubim com a espada flamejante expulsou o casal do Éden, não houve genuína paz aqui neste planeta. Com exceção de alguns crentes que tinham obtido a paz vinda de Deus, o que pairava sobre este mundo eram destruições, guerras, ódio e morte.
Isto tudo aconteceu até que o filho de Maria apareceu enrolado na bandeira branca da paz. A manjedoura foi o lugar onde o tratado foi assinado, segundo o qual a guerra cessaria entre a consciência do homem e ele mesmo. A consciência do homem e seu Deus. Ali, na pequena vila de Belém, Deus estava em paz com o homem, e o homem em paz com Deus.  Como disse o apóstolo Paulo: “Justificados mediante a fé, temos paz com Deus por Cristo Jesus”.
2 Na canção que os anjos entoaram está presente a verdade de que a salvação ministrada por Cristo trouxe boa vontade para com os homens. Algumas pessoas enxergam Deus como se Ele fosse um Ser carrancudo que odeia toda a humanidade Outros o veem como uma existência abstrata que não possui interesse nenhum em nossos assuntos. Mas a Bíblia diz que Ele tem “boa vontade para com os homens”. Ele tem boa vontade para com você, nos temos quebrado a lei, os mandamentos e as ordens de Deus? Deus tem boa vontade para com os homens, tão boa vontade que Ele tem dito: “Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.”
Se Deus não tivesse boa vontade Ele enviaria o seu único Filho a este mundo para morrer em nosso lugar? Ele teria tanta paciência e misericórdia com o pecador diante de suas iniquidades, transgressões e pecados? Ele estaria constantemente oferecendo a Sua graça ao pecador?
3 Na canção que os anjos entoaram está presente a verdade de que: Devemos celebrar o nascimento de Jesus com muita alegria! Os anjos anunciaram o nascimento de Jesus com cânticos, o que demonstra a alegria presente no anúncio desta mensagem. Certamente que se tivéssemos o privilégio de visualizar aqueles anjos, perceberíamos a alegria presente em cada um deles ao comunicar o evangelho. Eles não contaram a história do nascimento de Jesus com gemidos, choros e lágrimas. Eles clamaram em alta voz: “Glória a Deus não alturas!”.O mesmo deve ocorrer com cada um de nós! Devemos servir ao Senhor com alegria (Sl.100) Devemos celebrar o natal com alegria! Devemos viver a vida cristã com alegria! A religião nunca foi estabelecida para fazer nossos prazeres menores. Ela foi designada para abolir alguns de nossos prazeres carnais, contudo, ela nos oferece muito mais, p/ compensar aquilo que foi retirado.
5. Simeão diz: “Nunc Dimits”: Agora despeça [em paz o teu servo]. (Lc 2.29-32)
Simeão acreditava na promessa de Deus em enviar o Salvador ao mundo. Sua confiança era tão grande que “revelara-lhe o Espírito Santo que não passaria pela morte antes de ver o Cristo do Senhor” (Lucas 2.26). Simeão viveu cada minuto da sua vida esperando este momento maravilhoso de conhecer ao Messias, por isso sentia-se realizado e pronto para morrer depois disso. Quando José e Maria chegaram ao templo com o menino Jesus, “Simeão o tomou nos braços” (v.28) bem perto do coração entoou um lindo louvor.

Lucas 2:28-32


1 Simeão viu Jesus como a salvação de Deus.
2 Simeão viu Jesus como a luz do mundo, que iluminaria as nações
Jesus ainda bebê ouviu as fortes batidas do coração de Simeão louvando a Deus por seu nascimento. Também devemos nos emocionar no Natal, não pelas comidas, festas e presentes e sim pela Salvação que veio ao mundo pela vinda do Filho de Deus. e a esperança que ele voltara .
-CONCLUSÃO:
O nascimento de Jesus foi cheio de louvor e adoração. Por isso o Natal deve ser cristocêntrico, pois ninguém há tão importante e digno de louvor como Jesus que nasceu de maneira tão simples.para nos trazer a salvação
O Natal deve ser uma festa de louvor! Pois o nascimento de Jesus nos trouxe a salvação



DEUS O PAI PERFEITO





Texto: Mateus 6:7-15

Comemoramos o Dia dos Pais. A relação entre pai e filho é tão importante e nobre que Cristo usou a analogia de Pai e filho para nos mostrar como deve ser nosso relacionamento com Deus. “Toda vez em que essa analogia é usada, porém, isto é, toda vez que repetimos a Oração do Senhor, deve ser lembrado que o Salvador fez uso dela num momento e lugar em que a autoridade paternal tinha uma posição muito mais elevada do que nos tempos modernos. Amor entre pai e filho, neste símbolo, significa essencialmente um amor cheio de autoridade de um lado, e amor obediente do outro.” Assim, nossos pais terrenos podem influenciar, de forma inconsciente, nossa perspectiva do Pai celeste. Mas, infelizmente, nosso mundo está infestado por uma epidemia de dor. Com o número de divórcios aumentando e o abuso contra as crianças berrando nas manchetes nacionais, não é de surpreender que para muitos o conceito de um Deus-Pai provoca reações de ira, ressentimento e rejeição. Por não conhecerem um pai humano bondoso e atencioso, mostra uma visão distorcida do amor do Pai celeste. Em muitos casos, esses indivíduos sofredores escolheram tão somente negar ou desprezar a existência de Deus. O que frustra a compreensão de Deus como Pai? Além das experiências negativas na infância, muitos experimentam um bloqueio emocional ou mental quando tentam chamar Deus de “Pai”, pois não o conhecem pessoalmente. Há diferença entre saber a respeito de Deus e conhecê-lo pessoalmente. “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome;” João 1:12
Outras pessoas têm dificuldade de relacionar-se com Deus como Pai porque durante a vida toda foram ensinadas a respeitá-lo. Para elas isso significa chamá-lo de Senhor. Usar um termo informal como “Pai”, parece-lhes falta de reverência. Entretanto a Bíblia nos ensina a chamar a Deus de “Pai” quando oramos: “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;” Mateus 6:9 e nos diz que Ele deseja ter um relacionamento íntimo e pessoal conosco, seus filhos.
2. Algumas de nossas dificuldades mais comuns para compreendermos o imensurável amor de Deus são as feridas emocionais. Muitas vezes, essas feridas produzem cicatrizes que nos fazem hesitarem confiar inteiramente nele como
Pai.
Inúmeras pessoas sofrem mágoas e rejeição da família e não têm uma genuína figura paterna com quem se identificar. Tais experiências as impedem de conhecer a Deus como Ele realmente é,negando-lhes a alegria de desfrutar intimidade verdadeira com Ele. Há pelo menos sete diferentes áreas de conceitos errados a respeito de Deus que, com frequência, têm origem na infância:
1.       Autoridade – Às vezes fugimos da autoridade do nosso Pai celeste porque imaginamos que será como as outras figuras de autoridade em nossa vida. Não será! Ele é perfeito amor. É ele quem ordena: “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.” Efésios 6:4 2.
2.       Confiança – Para alguém que não sabe o que é ter pai, seja por causa de morte ou divórcio ,ou ainda por ter sido relegado à “orfandade” pelas exigências das carreiras dos pais, é difícil não duvidar da fidelidade de Deus. Não conseguem apagar as recordações infantis de promessas desfeitas e do abandono. Entretanto, seu Pai celeste estava presente quando você dava os primeiros passos como criança. Ele presenciou as mágoas e desapontamentos de sua adolescência e, neste instante, está presente com você. A intenção de Deus era que o cuidado e a segurança de um bom lar o preparassem para o amor dele.. Deus é o único Pai que jamais falhará conosco: “Se formos infiéis, ele permanece fiel; não podenegar-se a si mesmo.” 2 Timóteo 2:13 3.
3.       Valores – Nos nossos modernos lares, cheios de bugigangas caras e frágeis, as crianças ouvem constantemente palavras sobre a importância e o valor das coisas. No entanto ,muitas poucas vezes ouvem um simples: “-Eu te amo!”. Uma espécie de slogan, ou bordãoo repetitivo e destrutivo, vai cavando seu caminho no subconsciente das crianças: “As coisas são mais importantes do que eu. As coisas são mais importantes do que eu.” Não precisamos abandonar nossos lares e coisas, mas é precisamos alterar radicalmente as prioridades de modo que possamos comunicar o amor de Deus aos nossos filhos .Os valores de Deus diferem significativamente dos nossos. A criação exibe extravagância de cores e complexidade de formas, que transcendem o simples valor funcional. Uma pequena flor branca pode não ter valor econômico, apesar disso foi criada por Deus na esperança de que um dia um de seus filhos pudesse olhá-la e receber a benção dessa beleza. Além de que esta flor pode frutificar e dar um grande valor aos frutos, Deus e exemplo de humildade em sua criação ,A maior demonstração de amor do coração paterno de Deus revela-se na sua atenção aos detalhes de nossa vida. Deus não é avarento, possessivo, nem materialista. Somos nós que, com frequência, usamos as pessoas como se fossem objetos; Ele usa os objetos para abençoar as pessoas. Deus manifesta a sua generosidade mediante dádivas mais importantes do que meras coisas materiais. Graciosamente, Ele nos dá o que não pode ser tocado nem tem preço: o perdão, a misericórdia e o amor.
4.       . Afeição – Quando meu filhinho chega do quintal coberto sujeira e lama, eu o apanho e o lavo. Rejeito a sujeira, não rejeito o meu filho. Sim, nós pecamos. Realmente, quebramos o coração de Deus. Contudo, ainda somos o centro da atenção e do afeto divinos –. É Ele quem nos procurou para conceder-nos perdão e amor. Nós dizemos “Encontrei o Senhor”, mas na verdade foi Ele que, buscou, nos encontrou. Os meninos, por conta do falso conceito de masculinidade, recebem pouco afeto físico da parte dos pais. É comum ouvirem: “Não chore filho; homem não chora”. Entretanto, o amor de Deus cura os ferimentos de meninos e meninas da mesma maneira. Moisés certa vez invocou uma benção sobre cada tribo de Israel. A uma delas ele disse: “O amado do SENHOR habitará seguro com ele; todo o dia o cobrirá; e morará entre os seus ombros.” Deuteronômio 33:12. É aí que você habita também. Seja lá o que você é ou se tornará, você jamais deixará de ser nada mais, nada menos do que uma criança nos braços de Deus.
5.        Presença – Há um atributo de Deus que nem mesmo o melhor pai pode esperar imitar – a capacidade divina de estar conosco o tempo todo. Os pais humanos simplesmente não podem dar aos filhos toda a atenção 24 horas por dia. No entanto, Deus é diferente. Ele não apenas está com você o tempo todo, mas também lhe dá atenção de forma individual: “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” 1 Pedro 5:7 Deus é, e sempre será, nosso Pai verdadeiro. Procure não se ressentir das falhas dos pais terrenos, pois eles não passam de crianças que cresceram e vieram a ter crianças também. Em vez disso, deleite-se no maravilhoso amor do seu Deus e Pai.
6.       . Aceitação – Vivemos numa sociedade voltada para o desempenho. Mesmo quando não passava de um bebê você já era comparado a outras criancinhas. Muitos pais passam aos filhos a mensagem do tipo: se você trouxer para casa boletins com boas notas, se você tiver boa aparência, se você..., então, sim, você será aceito e “amado”. Nosso Deus, porém, nos ama com um amor incondicional. Nosso Pai celestial nos ama porque é amor. Embora não precisemos fazer nada para convencê-lo a nos amar, devemos receber seu amor. O que Deus nos pede é que nos aproximemos dele com honestidade e sinceridade; então Ele nos perdoará e nos transformará nos filhos que Ele deseja.
7.       .Comunicação – Uma tarefa difícil é a comunicação aberta e amorosa, sobretudo para os pais. Talvez por isso muitas pessoas retratam Deus tal qual seus pais terrenos: um homem bom e honesto, mas quieto e tímido, que jamais diz aos filhos que os ama e raramente conversa com eles.. No entanto, Deus comunica seu amor por nós de maneira claríssima. Na verdade, ele nos ama tanto que: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16 Deus se fez carne e habitou entre nós para nos comunicar esse amor incondicional. Se você acredita ter sido prejudicado em seu relacionamento com Deus por causa de uma carência, quer em uma área de amor paterno, quer materno, diga ao Senhor como você se sente e peça-lhe ajuda.

Entenda que você não está sozinho. Não existem pessoas perfeitas... nem pais nem mãe que nunca erraram. Todos já sofreram um tipo ou outro de mágoa. O importante é que você comece a conhecer a Deus pelo que Ele realmente é. Somente Deus é o Pai Perfeito. Ele sempre disciplina em amor. É fiel, generoso, bondoso e justo, e almeja passar bastante tempo com você. Seu Pai celeste quer que você receba o seu amor e saiba que você é especial e singular aos olhos dEle.




O MELHOR PRESENTE DE UM FILHO UMA MÃE
Texto: II Timóteo 1:5 

Toda mãe  gosta de ganhar presentes , mas  com certeza  o melhor presente que uma mae poderia ganhar na vida e ver  que seus filhos estão  progredindo  na vida  , que seja uma pessoa honesta , e feliz que o filho  sigam os princípios por ela passado .

Ao visitar Listra durante sua segunda viagem, Paulo ouviu o bom testemunho dos irmãos sobre Timóteo um jovem que tinha um bom caráter que com certeza um joven que  encheu sua mae de orgulho
Presentes que um filho possa presentear sua mãe
1.     Timóteo era um cooperador – Romanos 16.21
2.     Amado e fiel – 1 Coríntios 4.17
3.     Trabalhava na obra do Senhor – 1 Coríntios 16.10
4.     Era confiável – Filipenses 2.20
5.     Tinha um caráter aprovado – Filipenses 2.22
6.     Um servo perseverante e digno de Cristo – 1 Ts 3.2
7.     Sincero diante de Deus – 2 Timóteo 1.5
8.     Estudante zeloso e obediente à Palavra de Deus – 2 Timóteo 3.15
9.     Um homem de boa reputação – Atos 16.2
10.                       Timóteo não se prendia em tradições humanas – Atos 16.3
O que levou Timóteo a ter estas qualidades
Sua mãe Eunice
Eunice  era uma mulher judia devota que provavelmente foi salva através do ministério do apóstolo Paulo. Não se conhece nada sobre seu esposo. Procurou guiar seu filho, Timóteo, nos caminhos de Deus, é mais bem conhecida pelo impacto de sua vida sobre a de seu filho. 

Vamos ver algumas características sobre Eunice. Que  refletiu no seu filho
1 – Era uma mulher de Deus
A – Sua vida impactou a vida do apóstolo Paulo. . 
B – Eunice Tinha Grande Estima Pelas Escrituras. 
C – Eunice Sabia Que a Piedade Fundamentaria a Responsabilidade e Não que a Responsabilidade fundamentaria a Piedade.

II – Eunice conheceu o exito espiritual em sua vida.

A – Este Êxito Pode Ter Sido Conseguido Apesar das Circunstâncias do Lar. 
B – Eunice Prova Que é Possível Ser Uma Cristã Exemplar Só ou Com um Companheiro não Cristão.
III – Eunice não era uma mulher apegada a nada.
A – O Apego É Uma das Maiores Causas do Sofrimento. 
B – Quando Deus Chamou Timóteo (através de Paulo), Ela Não Segurou. 

IV – Eunice havia ensinado a seu filho qualidades especiais.

A – Havia lhe ensinado a obediência. (I Tm. 1:1-4, 18) 
B – Havia lhe ensinado dedicação/disciplina a uma tarefa difícil. 
(I Tm. 4:12-16) 
C – Havia lhe instruído em uma vida santa. (I Tm. 6:11-14) 
D – havia lhe ensinado a amar e a ser sincero com os outros. 
(II Tm. 1:1-4) 
E – Havia lhe ensinado a ser fiel. (II Timoteo 4:9, 10 e 21) 
Conclusão: Eunice mostra o impacto de uma mãe, assim como a importância de instruir bem os filhos e de inculcar-lhes um bom caráter. A boa tarefa que Eunice fez como mãe e a razão pela qual a conhecemos através do ministério de seu filho pregador. 
Eunice, uma mãe que educou o filho pelo exemplo e pelo ensino. Eunice era mãe de Timóteo e filha de Loide. Cresceu bebendo o leite da piedade e transmitiu a seu filho as mesmas verdades aprendidas em seu lar. Nela habitava uma fé sem fingimento. Essa mesma fé, ela transmitiu para seu filho. Eunice era uma mulher comprometida com a Palavra de Deus. Ela ensinou a Timóteo as sagradas letras desde a sua infância. A palavra grega usada é brefos, que quer dizer “desde o ventre”. Essas sagradas letras tornaram Timóteo sábio para a salvação. Mais tarde, Timóteo tornou-se discípulo do apóstolo Paulo e constitui-se num dos maiores pastores da igreja cristã, aquele que haveria de dar continuidade ao ministério do grande apóstolo dos gentios. Você mãe, é desafiada a andar com Deus, a ensinar os seus filhos a Palavra de Deus e a prepará-los para serem vasos de honra nas mãos de Deus.


Com tudo isso  ela recebeu o melhor presente que uma mãe possa ganhar 







A PÁSCOA
Wilson Porte
A páscoa é mais um feriado esperado e comemorado pelos brasileiros. Aliás, em todas as nações de tradição judaico-cristã, a páscoa será lembrada neste final de semana.
O que, no entanto, muitos perderam é o significado real da páscoa. E é sobre o significado desta festa que trataremos neste pequeno artigo.
PESACH (PĚʹ·SǍḤ)
No Antigo Testamento, a Páscoa foi instituída por ocasião da libertação do povo do Egito. O nome “páscoa” vem de pesach (pěʹ′·sǎḥ), palavra hebraica para “passagem”, representando a passagem do anjo da morte sobre o Egito ferindo-o com a 10a praga.
A páscoa era celebrada anualmente com o fim de relembrar a libertação que o Senhor deu ao seu povo. Depois de mais de 400 anos de escravidão no Egito, Deus os libertou em um evento no qual os elementos usados na páscoa estiveram presentes.
A páscoa foi instituída em Êx 12.14:
Este dia vos será por memorial, e o celebrareis como solenidade ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.
Os elementos da páscoa no A.T.
Os elementos usados na celebração da páscoa no A.T. eram o cordeiro, os pães ázimos, as ervas amargas e o sangue. Cada um desses elementos era trazido e utilizado anualmente nas festas de páscoa. Cada um representava e relembrava um ponto para o povo.
O cordeiro representava a redenção e a libertação dadas a Israel. Todos israelitas tiveram de sacrificar um pequeno cordeiro e aspergir seu sangue sobre os umbrais de suas casas a fim de que suas casas não fossem feridas pelo anjo da morte que passaria pelo Egito.
Os pães ázimos representavam a pressa com que os israelitas fugiram do Egito. Quando, finalmente, após a última praga, o Faraó autorizou a saída do povo do Egito, todos abandonaram suas casas com tanta rapidez que, segundo os registros, não houve tempo para que a farinha amassada recebesse o fermento.
As ervas amargas, também conhecidas como alface agreste, representavam a lembrança que os israelitas tinham do tempo em que foram oprimidos pelos egípcios. O tempo de escravidão foi um tempo amargo. No entanto, gastronomicamente as ervas amargas ofereciam um melhor sabor à carne do cordeiro quando comida junto dos pães ázimos.
Por fim, o sangue dos cordeiros representavam a expiação, ou seja, a lembrança de que houve um sacrifício de um animal perfeito aos olhos de Deus, cujo sangue guardou os israelitas do anjo da morte durante a última praga do Egito.
O ritual da páscoa no A.T.
Durante a celebração anual da páscoa, os judeus deveriam preparar e tomar o cordeiro assim como em Êx 12:
Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês, cada um tomará para si um cordeiro, segundo a casa dos pais, um cordeiro para cada família.Mas, se a família for pequena para um cordeiro, então, convidará ele o seu vizinho mais próximo, conforme o número das almas; conforme o que cada um puder comer, por aí calculareis quantos bastem para o cordeiro.O cordeiro será sem defeito, macho de um ano; podereis tomar um cordeiro ou um cabrito;e o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o imolará no crepúsculo da tarde.Tomarão do sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem;naquela noite, comerão a carne assada no fogo; com pães asmos e ervas amargas a comerão.Não comereis do animal nada cru, nem cozido em água, porém assado ao fogo: a cabeça, as pernas e a fressura.Nada deixareis dele até pela manhã; o que, porém, ficar até pela manhã, queimá-lo-eis.Desta maneira o comereis: lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; comê-lo-eis à pressa; é a Páscoa do Senhor.
Êx 12.3-11
Assim, tomavam para si o cordeiro conforme prescrito no texto, e toda a família participava comendo-o. E, no caso de uma família ser pequena para comer integralmente o cordeiro, deveria se juntar a outra família vizinha. O cordeiro deveria ser macho, de um ano de idade, primogênito e sem nenhuma mancha. Passando por estes requisitos, deveriam ser assados inteiramente e comidos com os pães ázimos e com as ervas amargas.
O ritual da páscoa no N.T.
Quando chegamos ao Novo Testamento, encontramos um paralelo impressionante entre as figuras envolvidas na páscoa judaica e a vida e obra de nosso Senhor Jesus Cristo.
Não há ritual de páscoa no Novo Testamento, tal como houve no A.T.. O que há é o encontro das figuras perfeitas de tudo o que foi simbolizado no A.T.. Vejamos, então, como os símbolos se completam.
O cordeiro no N.T. simboliza o nosso Senhor Jesus Cristo. Ele, em si, é a própria libertação que o povo de Deus tem sobre a escravidão do pecado.
No dia seguinte, estava João outra vez na companhia de dois dos seus discípulos e, vendo Jesus passar, disse: Eis o Cordeiro de Deus!
Jo 1.35
O cordeiro, na lembrança do judeu, foi o animal do qual veio o sangue que livrou os israelitas da morte. Assim, deveria haver alguma relação entre o sangue dos cordeiros do Egito com o sangue do Cordeiro de Deus envia à terra.
Curiosamente, o Cordeiro de Deus se parecia muito com o cordeiro exigido no A.T.. Ele também foi sem defeito, também foi sacrificado e sangrado sem que seus ossos fossem quebrados (João 19.36).
sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo,
1Pe 1.18-19
E, enquanto o sangue na antiga páscoa era aspergido sobre o altar, o sangue na nova páscoa é aspergido sobre a vida dos convertidos.
Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.
1Jo 1.7
Além do cordeiro, temos no N.T. o simbolismo dos pães ázimos associado à pureza, ao pão sem fermento, ou seja, sem o agente de decomposição. O fermento era visto pelos judeus como um símbolo corrupção moral e doutrinal.
Como não compreendeis que não vos falei a respeito de pães? E sim: acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus.
Mt 16.11
Nós nos alimentamos desse pão sem pecado que é Cristo. Alimentados por ele, aprendemos que não devemos viver com pecado em nossas vidas, pois o mesmo naturalmente “fermentará”, crescendo dentro de nós, corrompendo-nos de dentro para fora. Espera-se, na páscoa Cristã, que nos lembremos de nossa santidade.
Com o cordeiro e os pães, junta-se o elemento das ervas amargas. No N.T., estas ervas estão, no pensamento da Igreja Antiga, associadas à amargura que Cordeiro passou em lugar das almas que ele veio para salvar.
Cristo, o Cordeiro de Deus, se fez pecado e maldição em nosso lugar, a fim de que fôssemos feitos benditos de Deus Pai, e justos diante de Deus. Isso custou a amargura e angústia da Cruz.
Por fim, o sangue do cordeiro, no N.T., está associado ao perdão que Deus garante a todo aquele que se arrepender de seus pecados e converter-se ao seu filho amado, Jesus Cristo. O sangue do Cordeiro de Deus foi derramado e aspergido sobre o seu povo com o objetivo desse mesmo povo ser liberto da escravidão ao pecado.
Em Cristo se cumpriu tudo o que o A.T. testamento profetizou sobre o Cordeiro derradeiro. Com o sacrifício do último Cordeiro, teve fim toda legislação judaica sobre a páscoa. Com a morte de Cristo na cruz do Calvário, temos o sacrifício perfeito. Com ele, não precisasse de nenhum outro. Basta que sejamos aspergidos por seu sangue, marcados com Seu Espírito, a fim de que não sejamos destruídos pelo mesmo anjo da morte quando, em sua segunda vinda, vier para julgar a terra.
Celebremos com alegria a páscoa! Nela, nos lembremos de que o Cordeiro de Deus foi enviado para ser sacrificado em nosso lugar, para levar a nossa culpa, e para que seu sangue servisse de livramento presente e futuro uma vez que aspergido sobre nossas vidas.
Que não deixemos de agradecer a Deus e de nos alimentarmos de santidade, honrando aquele que se deu por nós em uma páscoa especial e inesquecível há quase 2.000 anos atrás.

 A herança da nossa salvação

A doutrina da salvação, na maioria das igrejas e centros de crença existentes hoje, é nebulosa ou, nos casos piores, contraditória. A confusão que existe sobre esta doutrina é tremenda. Tal confusão pode vir por ela tratar muitos tópicos em uma ordem que as vezes é difícil de seguir. Mesmo que o assunto contém aspetos que são impossíveis de entender por completo, convém um estudo sobre este vasto assunto que quase todos os livros da Bíblia tratam. O termo teológico deste assunto é soteriologia. Essa doutrina abrange as doutrinas da reprovação, a eleição, a providência, a regeneração, a conversão, a justificação e a santificação entre outras. Também envolve a necessidade de pregação, de arrependimento e de fé. Inclui até as boas obras e a perseverança dos santos. A salvação não é uma doutrina fácil de entender pelo homem. É uma atividade divina em que participam as três pessoas da trindade agindo no homem. Por ela tratar da obra de Deus que resulta no eterno bem do homem para a glória de Deus somos incentivados a avançar neste assunto com temor e oração para entendê-la na forma que é do agrado de Deus.
O texto de 2 Samuel 9
2 Samuel  9
I. NASCEU COMO PRÍNCIPE RICO, VIVEU COMO UM POBRE FUGITIVO
– Mefibosete era neto do rei Saul. Era filho de Jônatas. Era membro da família real. Nasceu em berço de ouro. Cercado de riqueza, pompa e glória.
– Seu avô e seu pai morreram numa batalha. Davi assumiu o trono. Era costume dos povos orientais quando um rei dominava um povo, ele matava todos os membros da dinastia anterior.
– Foi assim que os membros da família de Saul fugiram quando souberam que Davi era o novo rei. Mefibosete tinha apenas 5 anos, quando começou a sua vida de fuga, medo, dor e humilhação (2 Sm 4:4).
– Na pressa da fuga, ele caiu e ficou coxo o resto da sua vida. Ele  era aleijado de ambos os pés. Seu nome significa vergonha destruidora. Esse menino viveu escondido cerca de 15 a 20 anos, curtindo sua dor, sua vergonha, seus conflitos.
– Mefibosete é um retrato do homem ferido, em fuga, caído em seu pecado.
II. A INTERVENÇÃO DA GRAÇA EM SUA VIDA (2 Sm 9:1-4)
1. Uma pergunta (2 Sm 9:1)
– Os anos se passaram. Mefibosete agora é adulto. Davi sobe ao trono. Deus abençoa seu reinado. Prospera. Expande seu reino. Tem um exército poderoso. Davi anda com Deus.
– Ele se lembra de Jônatas e então recorda sua aliança feita com ele, de ser bondoso com a descendência de Jônatas.
– 2 Sm 9:1: “Resta, ainda, porventura alguém da casa de Saul, para que eu use de bondade para com ele, por amor de Jônatas?”
– É uma pergunta de graça! Ele usa a palavra chesed.
– Ele não pergunta: Há alguém merecer? Há alguém qualificado? Há alguém sábio que eu possa usar nos assuntos do governo? Há alguém forte que eu possa usasr no exército?
– Não, ele simplesmente indaga: “Há alguém…?”. É um desejo incondicional de ser gracioso.
a) Ziba responde com preconceito (2 Sm 9:2-3)
• Claro que sim, rei Davi, mas é um aleijado, é um coxo, é alguém indigno, imprestável. Ele não tem nenhuma importância nem aparência real.
b) A resposta cheia de bondade de Davi
• “onde ele está? Em Lo-Debar = lugar árido, seco, deserto.
2. A busca (2 Sm 9:5-7)
– Mefibosete estava com medo quando foi encontrado. Pensou que iria morrer. Mas Davi ministra não medo, não morte, mas graça. Davi não queria humilhá-lo, mas exaltá-lo.
– Jesus, aquele que se manifestou cheio de graça e de verdade, veio para salvar você. Veio para colocar você de pé. Ele não esmaga a cana quebrada. A palavra que ele mais repetiu foi Não temas. 
– Jesus veio não para esmagar, julgar, condenar, humilhar. Ele veio de braços abertos para salvar, para perdoar, para curar, para libertar.
3. A bênção recebida (2m Sm 9:8-13)
– Mefibosete reconhece que nada merece – “Sou como um cão morto” (9:8).
– Ele recebe as terras, a herança de seu pai (9:9).
– Ele recebe provisão com fartura (9:10).
– Ele recebe a bênção de sentar-se sempre à mesa do rei com o rei (9:7.10,11,13).
– Ele é tratado como um filho (9:11).
– Veja os filhos de Davi assentados ao redor da mesa: Amnon, Tamar, Salomão, Absalão e o comandante Joabe.

III. A RESTAURAÇÃO DA GRAÇA
1. Mefibosete nasceu para ser príncipe
– Em certa ocasião Mefibosete gozou da companhia do pai. Como o pródigo antes de sair de casa. Mas sua história depois foi marcada pelo medo, doença, miséria.
2. Mefibosete era aleijado de dois pés
– O homem sem Cristo também está coxo, não pode andar direito. Ele cai, tropeça, não consegue andar em veredas retas. O homem sem Cristo não fica de pé, não caminha na direção de Deus.

3. Mefibosete caiu
– Ao ocorrer a tragédia, veio também o medo, e Mefibosete levou um tombo que afetou toda a sua vida.
– O mesmo aconteceu com você por causa do pecado. Você caiu em Adão. Você é um ser caído. Sua inclinação é para o mal. A carne é inimiga de Deus. Você é permanentemente aleijado na terra.
4. Mefibosete morava em Lo-Debar
– Mefibosete morava num lugar árido, sedo, deserto, sem vida, morto.
– Você também, longe da graça de Deus, vive num mundo morto. Sua vida é árida, seca. Não há alegria. Não há paz. Existe só medo, só escravidão.

5. Mefibosete foi amado incondicionalmente
– Assim como Mefibosete foi alvo do amor e da bondade de Davi por causa do amor a Jônatas, Deus também, da mesma maneira, nos aceita incondicionalmente, e nos salva por causa da obra de Cristo em nosso favor.
– Assim como Davi estendeu sua bondade a alguém sem méritos, Deus nos dá sua graça sem merecimentos.
6. Mefibosete nada tinha, nada fez e nada merecia
– Ele nem sequer tentou ganhar o favor do rei. Só pode aceitá-lo humildemente. Efésios 2:8-9, diz que somos salvos pela graça.
– Nós, também, pecadores sem esperança e totalmente sem merecimento, indignos da graça, humildemente aceitamos o favor do Rei.
7. Davi removeu Mefibosete de sua miserável existência
– Lo-Debar era um lugar de aridez e desolação.
– Davi o tirou de lá para um lugar de comunhão e honra.
– Deus fez o mesmo por nós. Ele nos resgatou do nosso Lo-Debar pessoal de escravidão e miséria. Ele nos tirou do tremedal de lama. Ele nos tirou de uma vida árida e nos levou para sua casa, onde temos comunhão com ele, e assentamo-nos à sua mesa com os seus filhos.
8. Davi adotou Mefibosete na família real
– Restituiu as terras (9:7)
– Deu-lhe provisão ininterrupta (9:9).
– Deu-lhe dignidade (9:11).
– Nós, também, fomos adotados na família de Deus. Somos filhos, herdeiros. Temos intimidade, liberdade. Temos o nome do Pai, a natureza do Pai, a herança do Pai.
– Agora, assentamo-nos à mesa do Pai em comunhão com os seus outros filhos.

9. O coxear de Mefibosete era uma lembra constante da graça do rei
– Somos pó, somos cinza, somos indignos, somos pecadores. Nada merecemos. Nossa condição imperfeita nos impede de esquecer jamais que onde abunda o pecado, a graça superabunda.
Mefibosssete  e a doutrina da salvação
1. A restauração era uma conversão nítida na vida de Mefibosete (v. 8,11) como a conversão traz mudanças radicais na vida do salvo vistas no arrependimento do pecado e a fé no Senhor Jesus Cristo (II Co. 5:17).
2. A restauração fez com que Mefibosete fosse posto na casa do rei Davi (v. 11) como a salvação faz com que o pecador seja feito justo e posto diante de Deus (justificação - Rm. 5:1; 8:1).
3. A restauração fez com que Mefibosete fosse considerado como filho amado do rei (v. 11, “comerá à minha mesa como um dos filhos do rei”), como a salvação é vista na adoção de filhos por Jesus (Gl. 4:6. I Jo. 3:1,2).
4. A restauração fez com que Mefibosete viesse a viver bem diferente daquela vida que ele antes vivia no Lo-Debar (no lugar sem pastagem), para viver na cidade de Jerusalém (cidade de paz), assim como a salvação santifica os em Cristo tanto diante de Deus quanto diante dos homens (Pv. 4:18; I Co. 1:1; II Co. 6:14).
5. A restauração fez com que Mefibosete a ter uma eterna posição diante do rei (v. 13, “sempre”) como a salvação traz o pecador à glorificação eterna diante de Deus (I Ts. 4:17, “e assim estaremos sempre com o Senhor”).
6. A restauração fez com que Mefibosete “sempre comia à mesa do rei” (v. 12) assim como a salvação preserva os salvos para perseverar em obediência (Jd. 24,25).
Espero que agora entendamos melhor como no “princípio do livro está escrito” de Cristo (Hb. 10:5-7). Pelo Velho Testamento, essa passagem aparentemente obscura e somente histórica, exemplifica aberta e gloriosamente as grandezas da salvação que o Novo Testamento tanto ensina. Que Deus abra os nossos olhos para vermos a Sua obra de salvação por Jesus Cristo desde o princípio do livro tanto quanto a vejamos no Novo Testamento.
Conclusão -
Espero e oro para que as verdades deste maravilhoso assunto, com as bênçãos de Deus, tragam os pecadores ao Salvador, confirmem os ânimos dos salvos e glorifiquem o Senhor Deus Pai das luzes de Quem vem toda e boa dádiva e dom perfeito (Tg. 1:17).
Se você se considera um “cão morto” e está ouvindo a voz do Salvador, venha hoje mesmo a Ele para a salvação da sua alma. Venha se arrependendo do pecado crendo pela fé nas revelações divinas do Filho de Deus, Jesus Cristo.
Se você já foi posto na mesa do rei, viva humildemente ao serviço dEle crescentemente para a Sua glória.




AS MARCAS DE UM VERDADEIRO CRISTÃO

Há muita gente que se autodenomina cristã; Mas a grande pergunta é: que tipo de cristianismo está se vivendo?
É um cristianismo caracterizado pela presença de Jesus na sua vida? Ou é um cristianismo idealizado, construído na sua mente pelo sincretismo de um monte de ideias que mistura, dá uma balançada e diz: Agora eu sou cristão ou eu vivo o meu tipo de cristianismo.
Em 1 João 1:5-7, o apóstolo nos passa a seguinte mensagem: “Deus é luz; nele não há treva alguma. Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andamos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado”.
São quatro marcasque João nos apresenta de um cristão, o primeiro sinal é:

I)             UM VERDADEIRO CRISTÃO ÉREVELADO NO SEUESTILO DE VIDA
1 JOÃO 1:5-7
Você quer conhecer um cristão verdadeiro? Olhe para como ele vive;
Você quer conhecer um verdadeiro cristão? Olhe para como ele trabalha;
Quer conhecer um verdadeiro cristão, olhe para a sua casa; olhe para os seus negócios; olhe para a sua vida.
POR QUÊ? Porque se Jesus habita o coração de alguém é impossível que a luz do Senhor Jesus não ilumine essa vida e faça a diferença; Como o led do celular, que durante o dia não tem efeito, mas num quarto escuro faz toda a diferença; Agora porque? Porque uma luzinha ainda que seja fraquinha no meio da escuridão faz diferença? Se você vive um cristianismo que não faz nenhuma diferença na tua vida, então o que você vive não é CRISTO E NEM CRISTIANISMO. Porque ao contrário há uma coerência entre Jesus – quem ele é e o que ele fez e faz e fala; E aquilo que diz que vive com Jesus! Ele está nos ensinando que o nosso estilo de vida determina quem comanda a nossa vida. Você quer saber quem comanda a sua vida – olhe para as suas atitudes; olhe para o teu palavreado; olhe para os seus gestos, atitudesE você vai perceber quem tem comanddo a tua vida.
Se Jesus é o Senhor da tua vida, então é preciso que aja uma coerência entre o seu estilo de vida e aquilo que Jesus viveu, e senão houver então não existe cristianismo. Você não foi alcançado pela graça
João vai além – ele vai dizer assim: Ele é LUZ! SEM QUALQUER MANCHA OU TREVAS. E se você afirma que tem um pacto de vida com Jesus, mas vive dominado e enredado pelo pecado, a conclusão de João é simples – Você vive uma fé mentirosa e a sua profissão de fé é uma mentira.( a bíblia  nos fala  de   ter  tipos  de  fé  a  fé morta, a fe   do diabo ,  e  a fé  salvadora
E isto que Tiagoe  João está falando não é nada diferente do que Jesus falou. Veja o que Jesus falou no sermão da montanha em Mateus 7:15-23
II) O SEGUNDA MARCA– É REVELADO NA MANEIRA COMO VOCÊ LIDA COM O PECADO NA SUA VIDA. v.1:9-10/2:1-2
Uma das características daquela heresia que circundava a igreja nos tempos de João, era uma dicotomia entre corpo e espirito. Esses primeiros gnósticos acreditavam que o corpo era matéria corrompida e impossível de ser santificada ou ser espiritualizada, e que o espirito humano é quem podia ter comunhão com Deus e ser santificado, assim não importava o que a gente praticasse na carne desde que o nosso espirito estivesse cheio do conhecimento que provinha da fé. Ou seja, você pode ser adultero, beberrão, ladrão – pode fazer o que você quiser porque isso aqui (o corpo) é material e não vai ser salvo.
Agora você tem que ter um conhecimento profundo das coisas divinas; Se você tiver um conhecimento profundo e experiências estáticas, coisas tremendas acontecendo o resto não tem problema.
E alguns dentro dessa heresia acreditavam que aquilo que eles faziam na carne não era pecado; Porque se a minha relação está boa com Deus, a carne não tem jeito mesmo, então não existe pecado na minha vida – Eu não peco! Eu já sou um iluminado!
E ai a consciência de pecado na vida dessas pessoas deixava de existir, não havia arrependimento, ficavam só pensando e contemplando.
E não acreditavam que eram pecadores, que continuavam precisando do perdão; E que precisavam viver uma graça divina, não somente pro perdão dos pecados mais para a transformação e para superação;
Fazia com que não somente o estilo de vida fosse corrompido, mais os próprios valores fossem quebrados;
O que o apostolo João vai dizer pra nos é o seguinte: Olhem queridos, vocês tem que viver um estilo de vida que seja correspondente a Jesus que habita no seu coração. Mas você continua sendo pecador! Eu estou pregando pra que você não peque – é isso que João vai dizer.
Mais se o pecado for um acidente na sua vida? Porque essa é a característica do pecado na vida de alguém que teme a Deus, ele não é determinado compulsivo, porque se for a gente precisa de libertação em Cristo Jesus;
Mas ele é um acidente na minha. Vida Então eu vou procurar o meu Advogado que é JESUS;
Ele vai interceder ao pai e através do sangue que ele verteu na cruz do calvário; Ele vai me lavar e vai me limpar; Mas eu não vou ficar apenas acomodado, apenas na lavagem do sangue de Jesus na minha vida;
Mas eu vou buscara graça de Deus – para que eu não seja escravo desse pecado do qual tropecei e cai; para que  eu não erre o alvo novamente
“Se você pega um porco e dá um banho no porco e bota uma fitinha cor de rosa nele certamente ele ficará maravilhoso – Mas abre a porta pra vc ver o que ele vai fazer – ele vai rolar na lama e não estea nem ai com isso porque a natureza dele é de porco; Agora você pega uma pomba e suja as asas da pomba, a primeira coisa que ela vai fazer é procurar uma poça d’agua pra bater as suas asas e limpa-la porque se as suas asas estiverem sujas ela não pode voar e essa é a natureza da pomba”
E o que João está dizendo é que quando Jesus entraem  nossa vida ele nos dá uma nova natureza; Ele vai usar a expressão do evangelho de que nascemos da água e do espirito, a palavra de Deus nos purifica e nos lava e isso é simbolizado no batismo.
Mas o Espirito Santo vem e habita em nossos corações e esse espirito que está em nós está ensinando coisas novas.
E eu tenho uma natureza nova que esta olhando pra mim e dizendo não dá pra viver desse jeito;
E eu vou  buscar graça de Deus pro perdão, mas também vou buscar graça de Deus para a superação e para transformação na minha vida.
A terceira coisa que é sinal de Deus na nossa vida de que somos verdadeiros cristãos:
III) O TERCEIRAMARCA– É UM COMPROMISSO RADICAL E ABSOLUTO COM A PALAVRA DE DEUS (2: 3-6v).
Esse é o terceiro sinalou marca de um compromisso com a palavra de Deus; Palavra que vai dizer o que é certo e o que é errado.
Não é a minha cabeça, não é a minha opinião, não é a sociedade. Eu vou buscar nessa palavra a vontade de Deus pra minha vida.
João está nos ensinando que se alguém tem um compromisso com Jesus, não somente ama conhecer a palavra de Deus; Mas ama buscar de todo o seu coração buscar colocar essa palavra em prática na sua vida;
O elemento prático da fé – é OBEDIÊNCIA.
E o interessante que a raiz da palavra tanto no hebraico, quanto no grego é a mesma raiz pra FIDELIDADE;
Fé não é somente crer! Mas é crer de tal maneira que influencie a minha vida e eu possa ser fiel a quem eu creio.
“Sem Obediência a fé é uma incoerência! Porque não dá pra viver fé sem compromisso com a palavra”.
Jesus ensinou algumas coisas e colocou dentro do contexto da igreja algumas marcas práticas, que seriam como um teste na vida das pessoas;
Por exemplo, Jesus disse aos seus discípulos: vão por todo o mundo e pregue o evangelho a toda a criatura e quem crer deve ser batizado;
E eu fico pensando porque Jesus colocou esse negócio do batismo no meio da fé salvadora; O que significa isso?
Sabe por quê? Fé sem obediência é incoerência.
Porque querido se você não quer OBEDECER à coisa mais simples da fé, que é assumir publicamente em quem você crê você não vai assumir absolutamente nada.
João tá falando pra gente que: Uma fé que não se reflete na nossa vida que não faz a mínima diferença; que não aguça  a minha consciência pra que eu possa ter percepção dos meus pecados e buscar graça de Deus não somente pro perdão deles mas para uma vida diferente e uma fé  que não represente um compromisso radical com a palavra de Deus eu vou viver o que Jesus está ensinando; Então isso não é CRISTIANISMO!
Por fim João vai nos dizer que o quarto sinal, aparece aqui no capitulo 2:7-11
IV) O QUARTO SINAL – É UM AMOR PRÁTICO (2: 7-11).
O último sinal que João nos apresenta é o AMOR PRÁTICO.
Jesus em nossa vida pode ser percebido pelo nosso estilo de vida;
Jesus no nosso coração pode ser percebido por uma consciência aguçada de que a gente precisa ser transformada todo dia; Jesus em nossa vida pode ser percebido pelo nosso compromisso radical com a sua palavra. Mas Jesus em nossa vida também pode ser percebido nos nossos relacionamentos!
E o que a palavra está dizendo é o seguinte: Querido se você diz que ama a Jesus, mas você carrega no seu coração: Mágoa, ira, ódio, raiva; porque a bíblia fala que a ira é um desejo e passageiro, mas que não se deve por o sol sobre a ira que nasce no nosso coração, porque se você deixar, uma semente de desgraça entra na tua vida.
E ele está dizendo que o verdadeiro cristão vai aprender uma coisa tremenda: Que o amor de Deus é o amor incondicional e começa a ser implantado pela graça de Deus em nosso coração. E ai a gente vai aprender a perdoar.
E se Jesus vive ai dentro do teu coração ele vai te dar graça para perdoar, a gente vai aprender a tirar a amargura, a mágoa do nosso coração. Porque queridos a mágoa é um ódio disfarçado.
E ai João diz o seguinte: olha se você é um verdadeiro cristão, Jesus vai começar a te ensinar o teu semelhante;
E Jesus disse: “Amarás o teu Deus com todo o teu entendimento, com todas as tuas forças, com tudo que tem no teu coração”
E acrescentou: “mas há um outro, tão grande quanto esse: Você deve amar o teu próximo como você ama a si mesmo”
E ai João vai dizer o seguinte: Se na tua casa não tem amor, que tipo de cristianismo você está vivendo na tua casa?
Se um marido não consegue perdoar uma esposa e uma esposa não consegue perdoar um marido, num relacionamento tão profundo e intimo quanto é o de marido e mulher, que tipo de cristianismo essa casa está vivendo?
( pessoas   que  fica preso  ao passado   e não a  disposição para perdoar )
Se um pai não consegue perdoar o seu filhos…Se um filho não consegue perdoar o seu pai ou a sua mãe…Se um irmão não consegue perdoar o outro irmão…Que tipo de cristianismo é esse? Tem alguma coisa errada.
Então, João diz assim: Não interessa se você se autodenomina cristão; Nem me interessa se uma igreja local em qualquer lugar do mundo se considera cristã; O importante é se a luz desses testes ou sinais de Deus poder dizer: Você é um filho amado que eu selei com o meu Espirito Santo;

Há Muitos que vive anos a fio, num contexto cristão; Não importa qual seja ele, que conhece a palavra; Que  já ouviu uma mensagem do evangelho; Quem sabe já foi o alvo de milagres extraordinários de Deus; Mas que nunca na sua vida fez um pacto radical com Jesus como  Senhor da sua vida e Salvador. Você vai dizer: Jesus  eu quero que ter os valores do Senhor na minha vida;
E eu vou viver do jeito que o Senhor ensina; onde eu vou buscar a presença de Deus com intensidade não apenas para experimentar as bênçãosde Deus, porque elas virão, onde Deus está  as coisas extraordinárias dele acontecem, mas pra eu viver uma vida diferente: Santificada, cheia da graça







POR QUE TEMOS DE MORRER?


morte é conseqüência do pecado. Deus não criou o homem para que este viesse a morrer. No entanto, por causa do pecado, a morte entrou no mundo, passando a vitimar, indistintamente, homens, mulheres e crianças. O pecado de Adão, o primeiro ser humano, foi transmitido a toda a sua descendência. 

Para que ninguém pense que a morte é uma injustiça da parte de Deus, a Palavra de Deus enfatiza de modo claro essa verdade: 

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Romanos 3.23). 

A morte que acabou com a morte. Bem, agora você já sabe por que a gente tem de morrer, há outra importante notícia para você: Jesus Cristo veio ao mundo para destruir a maldição da morte. Depois do pecado de Adão, não apenas a morte física entrou no mundo; todos os seres humanos ali mesmo foram condenados à morte espiritual: separação de Deus — que se tornará uma separação eterna para aqueles que rejeitarem a obra de Cristo na cruz. 
Entretanto, a Palavra de Deus diz:

Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.16).

Sim, Jesus morreu na cruz para que você e eu tivéssemos a vida eterna. 

A morte de Cristo acabou com a morte! Ele a venceu, ressuscitando ao terceiro dia. Para que você possa desfrutar a vida eterna, só lhe é necessária uma coisa, uma única coisa: aceitar a Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador. Ele é a ressurreição e a vida! 




A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ



A Justificação pela Fé é a principal doutrina do cristianismo. Martinho Lutero disse: “Esta doutrina é a cabeça e a pedra fundamental. Por si só, ela gera, alimenta, edifica, preserva e defende a igreja de Deus. E sem ela, a igreja de Deus não poderia existir nem por uma única hora”. Martin Lloyd-Jones afirmou que a justificação pela fé “é a grande doutrina central de todo protestantismo, e vocês descobrirão que em cada avivamento ela sempre vem na vanguarda”. A igreja cai ou permanece de pé por causa desta doutrina. Ela é a espinha dorsal de todas as doutrinas bíblicas. John Piper diz: “Pregar e viver a justificação pela fé glorifica a Cristo, resgata pecadores desesperados, encoraja santos imperfeitos e fortalece igrejas frágeis”.
A justificação é um ato jurídico ou uma sentença divina na qual Ele declara perdoado todo pecador que crer em Jesus. Louis Berkhof define: “A justificação é um ato judicial de Deus no qual Ele declara, baseado na justiça de Jesus Cristo, que todas as exigências da lei estão satisfeitas com respeito ao pecador”. A justificação é o contrário de condenação. Ela é um ato único e legal que remove a culpa do pecado e restaura o pecador à sua condição de filho de Deus, com todos os seus direitos, privilégios e deveres. A justificação não ocorre na vida do pecador, não produz mudanças no seu caráter, mas no Tribunal de Deus. Justificação é uma declaração e santificação é transformação. Mas, é a partir da justificação que o Espírito Santo inicia no pecador todo o processo de santificação até a sua glorificação. A justificação possui cinco características básicas, segundo o ensino de Paulo em Romanos 3.21-31.
Primeira, a justificação se origina em Deus.
A justificação pela fé é a manifestação da justiça de Deus sobre os pecadores. Ele é quem toma a iniciativa de perdoar o homem de todos os seus pecados, declarando-lhe que não existe mais nenhuma condenação contra ele. Ele é o autor da justificação, a qual não pode ser obtida pela obediência humana à lei de Deus (Gl 2.16,21). Ele é o Juiz Supremo que declara a absolvição do pecador.
Segunda, a justificação é pela fé.
A justiça de Deus é recebida mediante a fé (Rm 3.22). A justificação não acontece por causa da fé, mas, por meio ou através da fé. A fé não tem nenhum merecimento, mas é o instrumento ou a mão que recebe o presente. Esta fé não existe naturalmente no coração humano, mas é um presente de Deus. Por isso, toda pessoa para ser justificada precisa receber de Deus a fé: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8).
Terceira, a justificação é uma necessidade.
Todos os homens são pecadores e necessitam do perdão de Deus. A justiça de Deus é para todos e sobre todos, judeus e gentios, porque todos erraram o alvo, deixando de ser conforme o propósito de Deus. Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus (Rm 3.23).
Quarta, a justificação é gratuita.
A justificação é um presente que Deus concede ao homem. Paulo diz: sendo justificados gratuitamente, por Sua graça (Rm 3.24). A palavra gratuitamente significa “como um presente”, “sem pagamento”; e a palavra graça significa “por um favor imerecido”. Ela não pode ser comprada por obras humanas ou conquistada por méritos pessoais. Ela é exclusivamente pela graça.
Quinta, a justificação se baseia em Jesus Cristo.
A salvação é gratuita para o pecador, mas ela teve um alto custo para Deus. Para nós a salvação é grátis, mas para Deus custou à vida de Seu Filho. Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo (1Pe 1.18-19). É por meio do sacrifício de Jesus, que Deus toma a culpa do pecador e a atribui a Jesus Cristo. E a justiça que há em Jesus Cristo é imputada ao pecador. Jesus pagou a pena em nosso lugar, e por isso nenhuma condenação há para aquele que nEle confia. Creia agora mesmo em Jesus e receba a sua justificação.





POR QUE PODEMOS TER CERTEZA DA SALVAÇÃO



Os estudiosos dizem que a Carta de Paulo aos Romanos é a cordilheira do Himalaia de toda a revelação bíblica. Se Romanos é a cordilheira do Himalaia, então, Romanos 8 é o pico do Everest. Em Romanos 8.29,30 Paulo faz cinco afirmações gloriosas, que são o fundamento da certeza da nossa salvação.
1. Deus nos conhece de antemão (Rm 8.29). Antes de Deus lançar os fundamentos da terra, acender as estrelas no firmamento e chamar à existência as coisas que não existiam, Deus já havia colocado o seu amor em nós, e nos conhecido como seu povo amado. O verbo conhecer tem o mesmo significado de “amar”. O amor de Deus é eterno, imutável e incondicional. Ele nos amou em Cristo, seu Filho amado, desde toda a eternidade.
2. Deus nos predestina para a salvação (Rm 8.30). Não fomos nós que escolhemos a Deus, foi Ele quem nos escolheu. Nós amamos a Deus porque Ele nos amou primeiro. Deus nos predestinou não porque previu que iríamos crer em Cristo, cremos em Cristo porque Ele nos predestinou. A fé não é causa da eleição divina, é sua consequência. Eu não fui eleito porque cri, eu cri porque fui eleito. Deus não nos predestinou porque previu que iríamos ser santos. Nós fomos eleitos não por causa da santidade, mas para sermos santos e irrepreensíveis. A santidade não é a causa da eleição, mas seu resultado. Deus não nos elegeu para a salvação porque previu nossas boas obras, mas fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras. As boas obras não são a causa da predestinação, mas sua consequência. A nossa salvação é obra exclusiva de Deus para que toda a glória pertença a Deus.
3. Deus nos chama com santa vocação (Rm 8.30). Aqueles a quem Deus conhece e predestina, a esses também Deus chama e chama eficazmente. Há dois chamados: um externo e outro interno; um geral e outro específico; um dirigido aos ouvidos e outro dirigido ao coração. Jesus diz que as suas ovelhas ouvem a sua voz e o seguem. A voz de Deus é poderosa. Os eleitos de Deus podem até resistir a essa voz temporariamente, mas não finalmente. O mesmo Deus que nos elege na eternidade, tira as vendas dos nossos olhos, o tampão dos nossos ouvidos, retira o nosso coração de pedra e nos dá um coração de carne. Ele mesmo opera em nós o querer e o realizar, abrindo nosso coração, dando-nos o arrependimento para a vida e a fé salvadora.
4. Deus nos justifica conforme sua graça (Rm 8.30). Aos que Deus conhece, predestina e chama, também justifica. A justificação é um ato e não um processo. Acontece fora de nós, no tribunal de Deus, e não em nós. A justificação não tem graus, todos os que creem em Cristo estão justificados de igual modo diante do tribunal de Deus, por causa do sacrifício substitutivo de Cristo. Aqueles que estão justificados estão quites com a justiça de Deus e com as demandas da lei de Deus. Não pesa sobre eles mais nenhuma condenação. Toda a infinita justiça de Cristo é deposita em sua conta.
5. Deus nos glorifica para a bem-aventurança eterna (Rm 8.30). Aqueles que são amados e predestinados na eternidade e salvos no tempo desfrutarão da bem-aventurança eterna. Embora, a glorificação dos salvos seja um fato futuro, que se dará na segunda vinda de Cristo, na mente de Deus e nos decretos de Deus já é um fato consumado. Aqueles que creem em Cristo e estão guardados nele têm a garantia do céu. Nada nem ninguém poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo. O apóstolo Paulo diz que aquele que começou a boa obra em nós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus. Que Deus seja louvado por tão grande salvação!

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